quarta-feira, 24 de junho de 2009

Alguém Especial

Não quero que alguém morra de amor por mim...

Prefiro esse alguém bem pertinho me abraçando.

Não quero que alguém me ame como eu amo. Quero apenas que me ame.

Não quero que alguém seja igual a mim.

Porque quero ser a única pessoa do jeitinho que sou para alguém.

Não posso pretender que todas as pessoas gostem de mim.

Mas posso imaginar que algumas gostem e talvez um sorriso meu possa fazer pelo menos que uma dessas pessoas sorria também!

Quero fechar meus olhos e pensar em alguém e imaginar que alguém pensa em mim.

Quero ser um pedacinho do mundo de alguém e saber que esse alguém precisa de mim e que sou importante e que talvez sem mim a vida não fique tão boa.

Quero ter certeza que apesar das minhas burrices e loucuras alguém gosta de mim como eu sou!

Quero conseguir só lembrar das coisas boas que alguém possa ter feito pra mim e procurar não me lembrar das ruins.

Não quero brigar com o mundo e se o mundo brigar comigo quero ter coragem de enfrentá-lo.

Quero sempre poder dizer o quanto alguém é especial e importante pra mim.

Quero poder acreditar que mesmo que hoje eu não consiga, vou conseguir um dia!

Quero poder sempre dizer a alguém que gosto dele e o quanto gosto e como gosto!

Se você tem um alguém, alguém especial e importante na sua vida, não deixe de dizer isso... talvez alguém goste de escutar!!!!

sábado, 13 de junho de 2009

Sinal de vida...

Mesmo que as flores não nos procurem, nos as procuramos.
Este é um sinal de vida. Mesmo estando a frente de um
"pc", damos sinal de vida através da internet, através
de tudo que expomos, que transmitimos para anônimos,
para uma audiência que sequer conhecemos, mas que nos
dá sinal de vida, nos faz seres que vivem e não apenas
existem. Então, procuramos a vida através do espaço
cibernético, através de relações interpessoais, nos
expomos sem medo, porque não sabemos para quem estamos
nos expomos, procuramos isso. Sob o cheiro da vida,
estamos sempre querendo mais, e é esse mais que
dá razão para continuarmos, mesmo a esmo, procurando
"razões para viver". Desta forma, fazemos (ou procuramos fazer)
de cada dia uma razão para viver, um motivo a
mais para acreditar no amanhã, no próximo momento,
na próxima paixão.

"Nossa loucura é a mais sensata das emoções; tudo o q fazemos
deixamos como exemplos para os q sonham um dia serem assim
como nós: LOUCOS.... mas FELIZES!!!"
Mário Quintana

domingo, 31 de maio de 2009

Pedaços de vida

Como as folhas caem no inverno, a vida passa
Somos seres com prazo de validade e nosso futuro é certo
E, sendo assim, deveríamos proceder, pelo menos a maioria de nós,
De forma a não carregar em nossos corações
Tantos pedaços de "rancores e desamores".
Escondemos de nós o que sentimos (tudo de ruim), porque nos envergonhamos disso
Escondemos de todos porque não queremos, de fato, sentir
Para que guardamos? Por que guardamos?
Porque somos seres humanos.
Então, por sermos seres humanos, temos a capacidade de mudar,
De não guardar nada que nos faça mal, pois é isso que acontece,
Guardamos algo que só nos prejudica, nos maltrata o coração.
As folhas caem, nós caimos, mas também nos levantamos
Vamos nos levantar todos os dias sem esse peso nas costas,
Sem mágoas, sem rancores, sem restrições...
Pensamos estar excluindo as pessoas de nossa vida, mas na verdade,
Nos excluímos da vida delas.
Assim, perdemos um pouquinho de amor, tão raro e necessário para sermos felizes.
Faça a conta, para cada sorriso ganhamos um minuto de vida.
Para cada pensamento (ou ato) ruim, perdemos também um minuto...
Será que estamos ganhando ou perdendo minutos de vida...
É difícil, mas por ser difícil, torna-se necessário...
Afinal, ninguém disse que viver seria fácil.

domingo, 24 de maio de 2009

A força e a coragem

É preciso ter força para ser firme, mas é preciso coragem para ser gentil.
É preciso ter força para se defender, mas é preciso coragem para baixar a guarda.
É preciso ter força para ganhar uma guerra, mas é preciso coragem para se render.
É preciso ter força para estar certo, mas é preciso coragem para ter dúvida. É preciso ter força para manter-se em forma, mas é preciso coragem para ficar de pé.
É preciso ter força para sentir a dor de um amigo, mas é preciso coragem para sentir as próprias dores.
É preciso ter força para esconder os próprios males, mas é preciso coragem para demonstrá-los.
É preciso ter força para suportar o abuso, mas é preciso coragem para fazê-lo parar.
É preciso ter força para ficar sozinho, mas é preciso coragem para pedir apoio.
É preciso ter força para amar, mas é preciso coragem para ser amado.É preciso ter força para sobreviver, mas é preciso coragem para viver.

Se você sente que lhe faltam à força e a coragem, queira Deus que o mundo possa abraçá-lo hoje com seu calor e Amor! ... E que o vento possa levar-lhe uma voz que lhe diz:

Que há um Amigo desejando que você esteja bem...

quarta-feira, 20 de maio de 2009

Crônica de uma aula

Estava pensando se escrevia isso ou não. Demorei mas me decidi por colocar aqui uma experiência que aconteceu comigo, hoje (20/05/2009) na sala do 3º ano A (Ensino Médio) na escola onde trabalho. Não que isso jamais tivesse acontecido antes, mas é que agora resolvi expor aqui. Estávamos em uma aula cujo tema era ustamente a "crônica" e depois de poucas palavras uma aluna me pediu para ler o texto - uma crônica de Fernando Sabino - e eu não vendo nada de mais naquilo consenti. Ela começou a leitura e ia bem quando me peguei viajando pela sala observando (como quase semrpe faço) o comportamento dos alunos durante a leitura. Olhei para o lado esquerdo da sala e uma aluna se olhava no espaelho, como que espremendo algum cravo ou alguma espinha, talvez até se admirando. Logo ao lado dela um aluno olhava concentrado para sua própria mão, como se tentasse adivinhar o futuro (o seu futuro), ainda no fundo da sala outro aluno (meu filho) rabiscava alguma coisa em folhas de seu caderno (com certeza nada tinha a ver com o tema da aula). E a leitura continuava e como não poderia deixar de ser (por ser do Fernando Sabino) muito interessante. A sala é pequena e logo a frente observei uma aluna com o olhar "morto", perdido no tempo, parecia que estava olhando para fora da sala, os olhos vidrados, daquele jeito que ficamos quando estamos "olhando para dentro". Logo do seu lado, a direita dois alunos observavam um "não sei o quê" enquanto outro acho que "fingia ler". Não sobraram muitos alunos prestando verdadeira atenção ao texto e à leitura. Pensei em interromper e chamar a atenção dos alunos, por um momento, refleti. Será diferente em outras aulas (melhor ou pior), será que estou acrescentando algo a vida destas "crianças" (nem tanto), deixei o "barco seguir" e já fiquei imaginando este texto. Após a leitura chamei a atenção dos alunos e fiz um breve comentário sobre o texto, e eles até participaram. Depois voltamos a velha rotina, eu disse: "Meninos, respondam as questões 1 e 2 da página tal". E continuamos fazendo o possível para tornar o impossível mais "possível" e construir uma realidade menos dura para eles.

sábado, 16 de maio de 2009

As filas democráticas

Hoje quero contar uma história que aconteceu comigo, Simone (minha esposa) e alguns companheiros lá na bela cidade de Piracanjuba; esta história me fez fazer uma breve reflexão.
Estávamos fazendo uma visita àquela cidade para levar dois alunos que iriam participar de um concurso de redação, já tradicional na região. Desta forma, fomos bem cedo porque pretendíamos participar também de todos os eventos do dia. Bom, lá chegando, no Colégio Estadual Rui Brasil Cavalcante (peço desculpas se por acaso tenha escrito o nome errado), onde também acontece a Exposição Internacional de Orquídeas (também tradicional) fomos muito bem recebidos, as crianças tomaram café da manhã e depois fomos assistir a algumas apresentações em comemoração ao evento. Após, veio a parte curiosa que me levou a esta reflexão. Foi na hora do almoço, ao sermos avisados de que a refeição seria servida nos encaminhamos para o interior do Colégio e entramos em uma fila "enorme". O curioso é que a fila não terminava em um local específico, ela terminava em outra fila que por sua vez terminava em outra fila ainda que, esta sim, levava ao almoço, ou seja, ao local onde serviriam o almoço. Era fila para entrar na fila. Bom, então, o que tem isso de engraçado? Fiquei imaginando como as filas nos diminuem e ao mesmo tempo nos engrandecem, como elas ao mesmo tempo excluem e incluem. Alunos, professores, crianças, adultos, pessoas mais abastadas, pessoas menos abastadas, pessoas mais "letradas", pessoas menos "letradas", todas ali, na fila, como iguais. Esta deveria ser uma lição para a sala de aula, professores e alunos iguais no respeito, na comprometimento, no desejo de alcançar os objetivos que os levam àquela sala. Democraticamento, o professor desce de seu "palco", de seu "show" e envolve o aluno como um igual, um "aprendente" que ali se encontra para que o professor, com sua experiência principalmente, faça a mediação entre ele e o mundo que se abre à sua frente. Não importa se alunos com 4, 5, 6 ou 18 anos, todos ansiosos por alcançar objetivos que nem sempre são claros ou conscientes, mas que com toda certeza do mundo, são absolutamente necessários. Não basta retransmitir aquilo que está escrito, pois este pode ser lido pelo aluno a qualquer momento, o que realmente importa é dar a estes alunos a confiança de que precisam para encarar o mundo de frente, com independência. Assim, eles serão capazes de construir sua história sem precisar de "muletas pedagógicas", ou seja, de pessoas para lhes darem uma direção sempre que se sentirem desorientados, precisamos dar a eles "independência".

terça-feira, 12 de maio de 2009

Afinal, o que faz um professor?

Outro dia em uma aula da pós-graduação o professor leu um texto de sua autoria para nós... comecei a ouvir meio descrente e de repente comecei a me envolver com a narrativa... Ele falava de um guarda de trânsito de uma pequena cidade que ficava em uma esquina central (em uma praça) comandando o trânsito... trânsito de uma pequena cidade, ficava ele indicando para onde iam os carros em uma rua de mão única, mostrava que tinham que ir para a direita (ou esquerda) sendo que só poderiam mesmo ir para aquela direção. E assim fazia, vestido em seu traje específico, com todo garbor, cumprindo sua obrigação (era mais ou menos isso). Mas o que mais me interessou foi quando ele comparou a função deste guarda com a de um professor. será que o professor não faz o mesmo? Tentando colocar os jovens em um caminho que talvez seja o único caminho que ele tenha, apenas um guia que indica uma via de mão única. Seria então o professor aquele que direciona alunos para um caminho inexorável. Como ele concluo que devemos fazer o melhor que pudermos e deixar que a vida nos leve ao fim.

quarta-feira, 6 de maio de 2009

Compreensão e Produção de Texto

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O cerrado pede socorro

É o berço das águas, sendo responsável por 70% das descargas dos rios São Francisco, Paraná e Tocantins.

O bioma está presente nos Estados: Mato Grosso, Goiás, Tocantins, Mato Grosso do Sul, Bahia, Minas Gerais, Maranhão, Piauí, Rondônia, São Paulo, Paraná, Ceará, Amazonas, Amapá, Roraima, Pará e no Distrito Federal.

Contudo, sofre constante ameaça de extinção, já que sua biodiversidade teve alterações consideráveis. Em Goiás, a situação é agravante, pois cerca de 90% de todo Bioma se encontra modificado pela ação do homem.

Segundo dados da WWF (World Wide Foundation), cerca de 60% do cerrado goiano já foi arrancado, dando lugar a pastagens, 6% foram destinados à agricultura, 14% destinados à ocupação urbana e construção de estradas. Esta situação preocupa pelo risco da recomposição se tornar irreversível.

Dados do IBGE (1991) apontam que, do antigo cerrado brasileiro, só restam intocados 7%. É o bioma que mais sofreu impacto devido à ocupação humana, com intervenções como o agronegócio, queimadas para carvoarias, caça predatória, desmatamento com fins agropecuários, entre outras.

Estima-se que o Cerrado deverá ser totalmente destruído no ano de 2030, caso as tendências de ocupação continuem causando uma perda anual de 2,2 milhões de hectares de áreas nativas. A previsão é da Conservação Internacional, uma organização sem fins lucrativos, dedicada à conservação da biodiversidade no mundo.

Apesar de sua importância, o Bioma ainda não recebeu o título de Patrimônio Nacional, como a Mata Atlântica e a Amazônia, por exemplo. O Projeto de Emenda Constitucional (PEC-155/95) se arrasta no Congresso Nacional há mais de uma década e sempre acaba sendo vetado devido, principalmente, à pressão exercida pelos defensores do agronegócio.

Após 12 anos de espera, a Proposta de Emenda Constitucional, com algumas emendas anexadas, finalmente poderá ser votada. Ambientalistas e instituições se mobilizam convidando a população para participar do abaixo-assinado que pede ao Senado a aprovação desse projeto. Para assinar o documento.

O reconhecimento como Patrimônio Nacional será o primeiro passo para a tomada de consciência para a preservação do Cerrado. É preciso parar de fingir que está sendo feito algo e aumentar a fiscalização quanto às intervenções no Bioma.


fonte: http://www.revistaviracao.org.br/artigo.php?id=2050

quinta-feira, 30 de abril de 2009

Faça Acontecer...

Quase não existe diferença visível entre o atleta vencedor e o que chega por último.
Ambos possuem o mesmo número de músculos para trabalhar.
Ambos jogam com as mesmas regras e usam equipamentos semelhantes.
Porém, o vencedor é o que tem a determinação de vencer. O vencedor é aquele que faz o que é preciso, treina dia após dia, esforça-se um pouco mais a cada treino, é capaz de visualizar sua passagem pela linha final à frente do resto.

Tanto o vendedor melhor pago quanto aquele que raramente realiza uma venda possuem os mesmos talentos e recursos. A diferença está no que eles fazem com o que têm.
Tanto o escritor que mais vende quanto o que nunca publicou nada possuem o mesmo dicionário cheio de palavras para trabalhar. A diferença está no que eles fazem com o que têm.

Você já possui a matéria-prima para o sucesso e a realização.
Você possui o necessário para atingir a grandiosidade em tudo que você quiser. Você tem dentro de si o potencial para conquistas extraordinárias.
Ninguém é mais nem menos equipado para o sucesso do que você.
Mas é você quem deve fazê-lo acontecer, e é quem tem que assumir o compromisso e fazer o que for necessário para atingir a grandiosidade de que é capaz.
Você tem o que é preciso.
Faça acontecer.

sábado, 18 de abril de 2009

O melhor de você...

Dê sempre o melhor.
E o melhor virá...
Às vezes as pessoas são egocêntricas, ilógicas e insensatas...
Perdoe-as assim mesmo.
Se você é gentil, as pessoas podem acusá-lo de egoísta e interesseiro...
Seja gentil assim mesmo.
Se você é um vencedor, terá alguns falsos amigos e alguns inimigos
verdadeiros...
Vença assim mesmo.
Se você é honesto e franco, as pessoas podem enganá-lo...
Seja honesto e franco assim mesmo.
O que você levou anos para construir, alguém pode destruir de uma hora
para outra...
Construa assim mesmo.
Se você tem paz e é feliz, as pessoas podem sentir inveja...
Seja feliz assim mesmo.
O bem que você faz hoje pode ser esquecido amanhã...
Faça o bem assim mesmo.
Dê ao mundo o melhor de você, mas isso pode nunca ser o bastante...
Dê o melhor de você assim mesmo.
E veja você que, no final das contas...
É entre VOCÊ e DEUS...
Nunca foi entre você e eles!

quinta-feira, 9 de abril de 2009

RESULTADO DA ENQUETE...

EU NÃO PODERIA DEIXAR DE REGISTRAR AQUI QUE NA PRIMEIRA ENQUETE SOBRE QUEM TEM A MAIOR TORCIDA DO BRASIL O TIMÃO GANHOU... VALEU GENTE.

segunda-feira, 6 de abril de 2009

Contatos imediatos

Não muito raro tenho a sensação de que nasci na época errada. Adoro a tecnologia do presente, a internet, a tv e todas as outras, gosto de novidade, mas me deparo com pessoas que me fazem pensar que sou de outro mundo. Por isso penso ser eu a pessoa na éppoca errada. O jeito de ver a vida, as pessoas, as coisas que acontencem. Chego a pensar que sou meio estranho, esquisito. Talvez seja um pouco louco e veja essa loucura refletida nos outros. Não cabe aqui falar ou fazer comparações sobre onde, como e por quê penso dessa forma, simplesmente penso. Talvez só de escrever isso aqui seja a prova do que falo.

sexta-feira, 13 de março de 2009

OS RECURSOS MULTISSENSORIAIS NA EDUCAÇÃO

Fazer a educação não é mais um processo somente entre interlocutores. Sabemos que o professor do século XXI tem que concretizar em sua formação que a educação não mais se faz pura e simplesmente pela transmissão de seu saber ao aluno. Muito mais que mero facilitador é a pessoa que leva outra pessoa a “aprender a aprender”. Cabe-lhe, portanto, viabilizar um processo que transforme o excesso de informação, a que todos nos sujeitamos, em conhecimento.
Atualmente, a televisão, o cinema, o DVD, o I-pod, o celular, o laptop ou netbook (reprodutores móveis e pessoais de som, de imagem e de outras mídias) e a internet promovem a aliança entre os códigos verbal e não-verbais. Todas essas ferramentas e meios de comunicação fazem parte do nosso cotidiano, seduzindo muito mais que os tradicionais recursos didáticos presentes na maioria das salas de aula, as quais não apresentam o colorido e/ou animação característicos dos novos recursos tecnológicos.
Como a nossa cultura hoje é eminentemente multissensorial, sobretudo por força dos meios de comunicação de massa, a escola não pode ignorar as inovações tecnológicas e os recursos com os quais convivemos. São eles os verdadeiros facilitadores da aprendizagem, porque usam a linguagem da criança e do adolescente; materializam em imagens o que antes era de difícil entendimento ou simplesmente desinteressante para o aluno, ou seja, utilizam toda a “multissensoralidade” das crianças.
Desta forma, não podemos simplesmente esquecer que temos toda essa gama de recursos que estão dentro da realidade dos alunos. Pensar por imagens significa visualizar – para muitos, materializar, concretizar – aquilo que é dito ou expresso por palavras. Não significa algo oposto ou incompatível ao pensar por palavras.
Os sentidos devem ser utilizados em seu todo, como instrumento de aprendizagem, através da percepção da realidade a volta do educando. O problema é que hoje estamos sendo expostos a uma quantidade ilimitada de informação e até a televisão, antes o terror dos professores que não conseguiam cativar mais a atenção de seus alunos, está sendo preterida pelos jovens. Eles agora preferem a internet, pois nela o usuário tem condições de selecionar apenas o que deseja ver/ler/produzir e/ou reproduzir enquanto na TV não há como controlar a quantidade de informações a não ser mudando de canal, para pular de um excesso de informações para outro excesso de informações.
Esse novo poder vem sendo conquistado à medida que a criança vai crescendo diante de uma tela de computador. Ela passa a ter acesso fácil a conteúdos – antes só ensinados na sala de aula – através da tecnologia, que hoje faz parte da vida de todos, principalmente dos que já nasceram depois do surgimento da internet. Talvez, com isso, estejamos vivendo a grande mudança de perspectiva do início do século XXI. O sucesso da ferramenta Google é a prova dessa superficialidade de leitura dos jovens dessa geração. A informação vem em pedaços. Nossos alunos não precisam mais fazer pesquisas em enciclopédias muito menos ler grandes clássicos. Tudo aparece na telinha colorida deles num piscar de olhos: respostas, resumos, trabalhos prontos... O que eles vêem, portanto, são inúmeros “recortes e colagens” de informações.
Dentro dessa realidade, o professor não tem para onde correr ou recorrer, o que resta é enfrentar a realidade que lhe sorri e aproveitar toda essa gama de recursos que contribui, inegavelmente, para a exploração de todos os recursos multissensoriais dos alunos.


COLABORAÇÃO: CIBELE, JAKELINE, LAUREANA, SIMONE E SIRLENE.

O PROFISSIONAL E AS TENDÊNCIAS PEDAGÓGICAS

A construção da educação, ou do processo educativo se deu ao longo de grandes discussões no decorrer da história da humanidade. São fundamentos que criam uma identidade para que se definam critérios e paradigmas que norteiam o processo evolutivo do que chamamos de educação forma.
Dentro dessa construção, as tendências pedagógicas fazem parte do contexto sócio-histórico que formam a identidade dos profissionais da área.
Difícil estabelecer qual tendência atinge, dentro de realidades específicas, os objetivos necessários ao desenvolvimento desejado. A escola tradicional, a escola nova, a escola tecnicista e a escola crítica apresentam virtudes e defeitos que observamos dentro do contexto escolar. Assim, como trabalhamos dentro de uma realidade _ sala-de-aula – heterogênea, é a heterogeneidade das tendências pedagógicas que irão qualificar o profissional da educação.


COLABORAÇÃO: CIBELE, JAKELINE, LAUREANA, SIMONE E SIRLENE.

NOVAS COMPETÊNCIAS PROFISSIONAIS PARA ENSINAR (PHILLIPE PERRENOUD)

Essas competências dividem-se em 10 grandes "famílias":
1. Organizar e estimular situações de aprendizagem.
2. Gerar a progressão das aprendizagens.
3. Conceber e fazer com que os dispositivos de diferenciação evoluam.
4. Envolver os alunos em suas aprendizagens e no trabalho.
5. Trabalhar em equipe.
6. Participar da gestão da escola.
7. Informar e envolver os pais.
8. Utilizar as novas tecnologias.
9. Enfrentar os deveres e os dilemas éticos da profissão.
10. Gerar sua própria formação contínua.
Em algumas profissões que dependem totalmente das tecnologias, a renovação das competências é evidente. No entanto, isto não acontece na educação escolar: nem o vídeo, nem o computador, nem a multimídia, até hoje, fizeram com que a profissão de professor mudasse. Desse ponto de vista, a aparente continuidade provoca a ruptura. Se surgissem novas competências, não seria para responder a novas possibilidades técnicas, mas devido à transformação da visão ou das condições de exercício da profissão.
As representações e as novas práticas pedagógicas desenvolvem-se de forma progressiva. Em primeiro lugar, são aplicadas em escolas e classes atípicas, muito antes de serem reconhecidas e adotadas pela instituição e pela profissão, ainda que, em cada momento da história de um sistema educativo, observe-se um amplo leque de práticas; e, portanto, de competências; que vão das mais tradicionais às mais inovadoras.
Desse modo, seria exagerado falar de novas competências se isto sugerisse uma "mutação". Assistimos mais a uma progressiva recomposição do leque de competências de que os professores necessitam para exercer seu ofício de forma eficaz e equitativa. Algumas formas de "dar aula" desaparecem lentamente, enquanto outras assumem uma crescente importância. Algumas delas, que eram parte integrante da profissão, agora pertencem à tradição, ao passo que outras, reservadas aos militantes, integram-se pouco a pouco à identidade e aos recursos do professor da base.
É bastante difícil perceber a novidade, pois as palavras utilizadas para designar as grandes famílias de competências criam uma impressão de familiaridade e, por isso, diversos professores podem, com boa-fé, afirmar que essas competências não lhes são estranhas, que já as possuem, embora nem sempre as dominem bem nem as apliquem no dia-a-dia. Por exemplo, que professor confessaria que não sabe organizar e estimular situações de aprendizagem?
Uma parte do sentimento de familiaridade nasce do fato de que essas questões estão presentes no discurso "moderno" que acompanha as reformas escolares ou que está enraizado nos movimentos pedagógicos e nas ciências da educação. Assim, essas idéias fazem parte da "paisagem pedagógica" e todos "vêem mais ou menos" o que é evocado quando se fala de avaliação formativa, de contrato didático, de pedagogia diferenciada.
Se levarmos a sério todas essas competências, poderemos medir melhor o desvio existente entre o fato de saber ministrar um curso frontal ou "lições"; habilidade pedagógica muito comum, porém bastante pobre; e controlar uma ampla gama de situações e procedimentos de aprendizagem, levando em conta a diversidade dos aprendizes. Essas últimas práticas exigem competências muito mais apuradas, provenientes tanto da didática quanto da gestão de classe.
Ante todas as listagens apresentadas como definitivas e fechadas, o movimento espontâneo de um leitor é a resistência, o questionamento da incrível pretensão do autor à exaustividade e ao ordenamento. No entanto, essa resistência, salutar, deixa de lado o mecanismo principal: pensar nas principais evoluções da profissão.

COLABORAÇÃO: CIBELE, JAKELINE, LAUREANA, SIMONE E SIRLENE.

EDUCAÇÃO MUNDO HOJE

O mundo jamais evoluiu como nos dias atuais, nossa sociedade passa por constantes mutações e as pessoas tentam acompanhar estas transformações ao mesmo tempo. O processo educativo não consegue acompanhar esta evolução, nossos educadores titubeiam frente às novidades e apegam-se as práticas tradicionais para se defenderem das mudanças.
Torna-se evidente o descompasso entre o mundo atual e a educação à medida em que a escola resiste em evoluir. A escola deixa de ser referencia social e acaba por absorver as diferenças sociais provocadas por estas transformações.
Frente a isso, resta ao professor enfrentar as diferenças de forma a contribuir para o enriquecimento social dentro do contexto daqueles que são sujeitos desse processo.
O mundo do professor não pode ser o mesmo. A mudança é inevitável. Torna-se, então, necessário que novos paradigmas educacionais sejam construídos.
O século XXI atropela aqueles de visão “curta”, ultrapassada e que se negam a evoluir. Alguns se mantêm sob a proteção da incompetência e da ignorância, mas o próprio sistema vai se encarregando de mostrar-lhes a fragilidade de suas ações e o fracasso do processo ensino/aprendizagem.
Precisamos de “agentes transformadores” que, dentro de uma visão ampla, sejam referência para seus alunos. Não podemos nos “acostumar” com a incompetência e dela fazer uso como fruto de um trabalho pseudo relevante para este processo.
A interação sociedade/escola é a ponte para a construção de uma educação que crie cidadãos capazes de, dentro deste mesmo processo, colaborar para o crescimento de seus pares. Para isso, nossos professores, dentro de uma perspectiva crítica, devem trabalhar para abrir caminhos e perspectivas para seus alunos que são os agentes transformadores do amanhã.

COLABORAÇÃO: Cibele, Jakeline, Laureana, Simone e sirlene.

sábado, 7 de março de 2009

Eu acredito em você...

Não há razão para não acreditar em você, pois você demonstra a cada dia que é um pessoa forte, lutadora e capaz de vencer. Então, o que falta para que você consiga superar seus problemas e ser feliz? Eu penso que falta foco, ou seja, falta concentração no que realmente você quer da vida. Falta descobrir, talvez, de verdade o que quer da vida. Antes de atirar devemos escolher o alvo, ter a certeza de que é o alvo certo e não gastar munição com alvos inúteis. A nossa razão de viver não tem que ser a mesma razão dos outros, somos seres únicos e temos vontades únicas, devemos crescer e evoluir independente dos outros. Tenho certeza que todos a sua volta acrditam em você, todos os que gostam de você de verdade. Então, falta você acreditar em sua força, assim, o sucesso estará a sua frente e com ele a felicidade.

terça-feira, 3 de março de 2009

A ILHA DOS SENTIMENTOS

Era uma vez uma ilha, onde moravam todos os sentimentos: a Alegria, a Tristeza, a Sabedoria e todos os outros sentimentos. Por fim o amor. Mas, um dia, foi avisado aos moradores que aquela ilha iria afundar. Todos os sentimentos apressaram-se para sair da ilha.

Pegaram seus barcos e partiram. Mas o amor ficou, pois queria ficar mais um pouco com a ilha, antes que ela afundasse. Quando, por fim, estava quase se afogando, o Amor começou a pedir ajuda. Nesse momento estava passando a Riqueza, em um lindo barco. O Amor disse:

- Riqueza, leve-me com você.
- Não posso. Há muito ouro e prata no meu barco. Não há lugar para você.

Ele pediu ajuda a Vaidade, que também vinha passando.

- Vaidade, por favor, me ajude.
- Não posso te ajudar, Amor, você esta todo molhado e poderia estragar meu barco novo.

Então, o amor pediu ajuda a Tristeza.

- Tristeza, leve-me com você.
- Ah! Amor, estou tão triste, que prefiro ir sozinha.

Também passou a Alegria, mas ela estava tão alegre que nem ouviu o amor chamá-la.
Já desesperado, o Amor começou a chorar. Foi quando ouviu uma voz chamar:

- Vem Amor, eu levo você!

Era um velhinho. O Amor ficou tão feliz que esqueceu-se de perguntar o nome do velhinho. Chegando do outro lado da praia, ele perguntou a Sabedoria.

- Sabedoria, quem era aquele velhinho que me trouxe aqui?

A Sabedoria respondeu:

- Era o TEMPO.
- O Tempo? Mas porque só o Tempo me trouxe?
- Porque só o Tempo é capaz de entender o "AMOR"."

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

A Cerca

Era uma vez um menininho que tinha um mau temperamento. O pai
dele deu um saco de pregos a ele e disse que para cada vez que o menino perdesse a calma, ele deveria pregar um prego na cerca.
No primeiro dia, o menino pregou 17!!!!
Nas semanas seguintes, como ele aprendeu a controlar seu
temperamento, o número de pregos pregados na cerca diminuiu gradativamente...
Ele descobriu que era mais fácil se segurar do que pregar aqueles pregos na cerca. Finalmente o dia chegou quando o menino não perdeu a
calma mesmo.
Ele então falou a seu pai sobre isto e o pai sugeriu que o menino agora tirasse da cerca, um prego por cada dia que ele não perdesse a calma.
Os dias passaram e o menininho então estava finalmente pronto
para dizer a seu pai que tinha retirado todos os pregos da cerca. O pai então o pegou pela mão e foram até à cerca.
O pai disse: "Você fez muito bem meu filho, mas veja os buracos
que restaram na cerca. A cerca nunca mais será a mesma! Quando você
fala algumas coisas com raiva, elas deixam cicatrizes como esta aqui.
Você pode enfiar a faca em alguém e retirá-la. Não importa quantas
vezes você diz desculpe, a ferida ainda está lá. Um ferimento verbal é a mesma coisa que um ferimento físico."

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

FAÇA ACONTECER

Quase não existe diferença visível entre o atleta vencedor e o que chega por último.
Ambos possuem o mesmo número de músculos para trabalhar.
Ambos jogam com as mesmas regras e usam equipamentos semelhantes.
Porém, o vencedor é o que tem a determinação de vencer. O vencedor é aquele que faz o que é preciso, treina dia após dia, esforça-se um pouco mais a cada treino, é capaz de visualizar sua passagem pela linha final à frente do resto.

Tanto o vendedor melhor pago quanto aquele que raramente realiza uma venda possuem os mesmos talentos e recursos. A diferença está no que eles fazem com o que têm.
Tanto o escritor que mais vende quanto o que nunca publicou nada possuem o mesmo dicionário cheio de palavras para trabalhar. A diferença está no que eles fazem com o que têm.

Você já possui a matéria-prima para o sucesso e a realização.
Você possui o necessário para atingir a grandiosidade em tudo que você quiser. Você tem dentro de si o potencial para conquistas extraordinárias.
Ninguém é mais nem menos equipado para o sucesso do que você.
Mas é você quem deve fazê-lo acontecer, e é quem tem que assumir o compromisso e fazer o que for necessário para atingir a grandiosidade de que é capaz.
Você tem o que é preciso.
Faça acontecer.

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

Amor e Liberdade!!!

Você vê uma pessoa e a toma em suas mãos...

Você vê sua beleza e a coloca em seu coração...

Desejando mantê-la consigo, você abraça em torno dessa pessoa, com receio de que se vá embora...

Com grande alegria você pensa:

"Agora posso tê-la para sempre..."

Logo a alegria se vai, pois a beleza da pessoa já não é mais a mesma...

Parte de sua beleza era a sua liberdade...

A pessoa sente-se traída, alguma coisa cruel afastou-se de sua liberdade...

Em pânico, ela se debate para libertar-se, apenas fazendo você abraça-la mais forte...

Percebendo como a pessoa deve estar se sentindo...
você abre os braços...

E Ela novamente irá embora para longe, agradecida por sentir-se livre outra vez...

Então, penso em palavras que há muito havia esquecido:

"Se você ama alguém, deixa-a livre.
Se ela voltar, é sua.
Se não voltar, nunca foi..."

sábado, 14 de fevereiro de 2009

A Força e a Coragem

É preciso ter força para ser firme, mas é preciso coragem para ser gentil.
É preciso ter força para se defender, mas é preciso coragem para baixar a guarda.
É preciso ter força para ganhar uma guerra, mas é preciso coragem para se render.
É preciso ter força para estar certo, mas é preciso coragem para ter dúvida. É preciso ter força para manter-se em forma, mas é preciso coragem para ficar de pé.
É preciso ter força para sentir a dor de um amigo, mas é preciso coragem para sentir as próprias dores.
É preciso ter força para esconder os próprios males, mas é preciso coragem para demonstrá-los.
É preciso ter força para suportar o abuso, mas é preciso coragem para fazê-lo parar.
É preciso ter força para ficar sozinho, mas é preciso coragem para pedir apoio.
É preciso ter força para amar, mas é preciso coragem para ser amado.É preciso ter força para sobreviver, mas é preciso coragem para viver.

Se você sente que lhe faltam à força e a coragem, queira Deus que o mundo possa abraçá-lo hoje com seu calor e Amor! ... E que o vento possa levar-lhe uma voz que lhe diz:

Que há um Amigo desejando que você esteja bem...

sábado, 7 de fevereiro de 2009

O LIVRO DA VIDA

Entre a consciência e o sonho, me deparei com uma grande sala. Ao me aproximar, percebi um guardião na porta que me disse.
- Ninguém pode entrar aqui. Aqui estão guardados os "Livros da Vida". Aquele que conseguir passar por esta porta poderá ter acesso ao seu livro e modificá-lo ao seu gosto.

Minha curiosidade era grande! Afinal, poderia escolher o meu destino. Com minha insistência o guardião resolveu ceder um pouco e me disse:
- Está bem. Dou-te cinco minutos, e nem mais um segundo.

Eu nem acreditava! Cinco minutos era mais que suficiente para que eu pudesse decidir o resto da minha vida, afinal, poderia apagar e acrescentar o que eu quisesse no "Livro da minha vida".

Entrei e a primeira coisa que vi foi o Livro da vida do meu pior inimigo.

Não agüentei de curiosidade. O que será que estava escrito no livro da vida dele? O que será que o destino reservava para aquela pessoa que eu não suportava?

Abri o livro e comecei a ler. Não me conformei: Verifiquei que sua vida lhe reservava muita coisa boa e não tive dúvidas. Apaguei as coisas boas e reescrevi o seu destino com uma porção de coisas ruins.

Logo vi outro livro. De outra pessoa que eu não gostava e fiz a mesma coisa...

De repente me deparo com meu próprio livro!

Nem acreditei. Este era o momento... Iria mudar meu destino... Iria apagar todas as coisas ruins e iria reescrever só coisas boas. Seria a pessoa mais feliz do mundo!

Quando peguei o livro, eis que alguém bate no meu ombro:
- Seu tempo acabou! Pode sair.

Fiquei atônito!
- Mas eu não tive tempo nem de abrir o meu livro?
- Pois é, disse o guardião. Eu te dei cinco minutos preciosos e você poderia ter modificado o seu livro, mas, você só se preocupou com a vida dos outros e não teve tempo de ver a sua.

Abaixei minha cabeça, cobri minha face com as mãos... e saí da sala.

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Sonhos e fantasias

Pode parecer estranho este título, porque neste momento vou falar mais uma vez de educação, mas o que pode nos parecer o processo educativo senão "sonhos e fantasias". Podemos nos perguntar a cada momento qual o sentido de nossa prática, do que fazemos, do que nos propomos a fazer. Muitos (a maioria) não encontrarão resposta satisfatória no seu "eu", nada que possa de fato levar a um pensamento coerente. Eu trabalho para ganhar dinheiro, pois é este dinheiro que faz com que eu possa estar agora neste momento escrevendo, pois internet custa dinheiro, computador custa dinheiro, enfim, viver custa dinheiro. Seria esta (mas não é a minha) a razão de quase todos para explicar sua ideologia enquanto educador, porque de fato não encontrarão outra explicação a não ser aquelas decoradas (que já viraram chavão), ideologia furada, fútil. Educador, com ideologia concreta e que leva a educação a sério não são muitos, se fossem a educação no país estaria em melhores condições. Então, o que devemos fazer? Não adianta pensar que vamos acordar amanhã com um pensamento diferente e a partir de então vamos transformar o mundo. Assim como o mundo não muda da noite para o dia, nós também não mudaremos da mesma forma. Este é um processo lento e que requer os mesmos sacrifícios de um fumante inveterado que busca deixar o vício. Tem que haver sofrimento, lágrimas e sangue (nem tanto) para que ocorra esta transformação que é, a meu ver, a única salvação para este país.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Educar para a vida

Segundo Paulo Freire, "A educação num mundo sustentável deve primar pela formação integral do ser humano, ou seja, contemplar seus aspectos culturais, éticos, morais, sociais, profissionais e espirituais, intermediados pelo mundo”.

O papel social da escola é educar para a vida e o professor é o mediador do conhecimento, isto é, reflete com o educando o conhecimento científico, já elaborado, levando-o a criar novo conhecimento. O educador intervém na realidade para criar uma nova realidade. Assim a escola é transformadora.

O ser humano é um ser de relações. É no relacionamento com os outros, consigo mesmo, com o mundo, com a natureza, com Deus, que ele mostra que é autônomo, crítico, criativo, social e transformador.

O educando autônomo é aquele que tem um desenvolvimento sustentável, sem degradação da natureza preocupando-se com o presente e o futuro das gerações.

Ele tem uma atitude auto-sustentável, que cuida da vida do planeta com responsabilidade e autenticidade. Cria mecanismos de organização para transformar a realidade, priorizando a vida dos seres em todos os sentidos através de ações concretas, que levam a mudanças de atitudes no que se refere ao cuidado pela vida.

É possibilitando refletir todas essas relações, que percebemos na educação, caminhos possíveis para que a mudança se efetive.

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Ensinar e Aprender

Não preciso nem dizer que para ensinar, primeiro temos que aprender, mas gostaria de refletir acerca de um paradigma que carrego dentro de minha concepção filosófica sobre o processo educacional. A partir do momento em que começamos a ensinar, deixamos de aprender? Penso ser este o maior problema da educação atual. A maioria dos profissionais, além de não terem compromisso com esse processo, além de estarem acomodados em sua posição de "mestres", param de evoluir, deixam de construir (se é que já construíram). O ensinar só acontece com o aprender, são processos indissociáveis. Chego ao absurdo de pensar que aqueles que queiram ser professores (educadores) deveriam estar sempre escrevendo, colocando suas idéias no papel para que não caiam no lugar comum onde se encontram a maioria dos professores (não educadores). Escrever faz com que façamos reflexões sobre a nossa prática, sobre o que estamos fazendo e o que devemos fazer. Posso até dar idéia de construirmos uma revista eletrônica - e a internet nos propicia isto sem nenhum custo - para que todos os professores possam postar ali seus artigos (ou opiniões) sobre a prática docente ou outro assunto qualquer. Desta forma, estaríamos sempre ativos, sempre acompanhando a evolução social e educacional. Em algum momento a conta de nossa incapacidade de olhar de fora o processo educacional e, também, nossa incapacidade de fazer uma auto-crítica sobre nossa prática, irá chegar e nos mostrar suas consequências dramáticas.

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

Revista Veja da Primeira Semana de Janeiro de 2009


Ao ver a capa da revista "Veja", da primeira semana do ano de 2009 fiquei estarrecido. Me perguntei se teria estômago para ler a reportagem no meio da revista. Para quem não viu eu descrevo a capa: um pai, carregado sua filha (ou filho), morto, com o rosto estampado na capa... O queijo meio inchado, os olhinhos fechados em uma expressão aterradora para quem é pai, para quem tem família e tem amor por seus ente queridos. Isso me fez refletir sobre o que acontece naquela região do mundo, sobre família, sobre guerra e filhos. Não vou tomar partido, até porque entendo que não podemos julgar as razões dos outros, claro, com exceções. Mas imagino que não podemos dar razão aos ataques israelenses e tampouco a ideologia do Hamas e seus ataques suicidas. Mas claro que as imagens da guerra nos fazem pensar que Israel, com poderio militar inúmeras vezes maior que o do Hamas, poderia e deveria agir de forma a não massacrar civis na faixa de Gaza. Segundo a Revista Veja: "Israel ataca os radicais do Hamas na Faixa de Gaza, com terríveis consequências para a população civil. É mais uma prova de como é necessário – e difícil – um acordo de paz. A lógica tribal tem regras simples: se você me ataca, eu ataco de volta. Se quiser me destruir, eu o destruo primeiro. Se eu puder, uso dez vezes mais violência. Ou cem. Ou mil. Sei que você vai querer se vingar, mas estarei preparado, à espera. Eternamente, se for preciso. Essa é a lógica da guerra dos quatro dias, mas que pode se estender, desfechada por Israel contra um dos lugares mais desgraçados do mundo, a Faixa de Gaza. O pedaço estreito de terra desértica e superpovoada ficou ainda mais perigoso depois que o Hamas, uma organização nacionalista permeada pela ideologia dos radicais muçulmanos, o transformou numa espécie de segundo estado palestino – o primeiro fica no território conhecido como Cisjordânia e é governado pelo Fatah; os dirigentes de cada um dos pedaços de uma futura e já tão alquebrada nação palestina se odeiam." Diante de tudo isso, ao mesmo tempo em que podemos agradecer aos céus por viver no Brasil, podemos também rezar para que aqueles que decidem os rumos deste embate sejam capazes de encontrar, o mais rápido possível, um caminho para o diálogo e a paz.

sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

Vamos nos preocupar com o que vale a pena...

Parei em frente ao computar, como se colocasse uma folha em branco em uma máquina de escrever (estou ficando velho), e fiquei aqui olhando... Meio sem saber o que escrever nesse segundo dia do ano. Então me veio a mente uma reflexão sobre o últio artifgo de J. R. Guzzo, na revista Veja. Lá ele critica o Presidente Lula, fala do linguajar do presidente, da sua forma de se expressar, ele escreve "O que se pode pensar de diferente, por exemplo, diante da última tirada de Lula sobre as semelhanças entre a Presidência da República e a medicina? O presidente, neste seu embalo de fim de ano, ensinou que um bom médico deve dizer a verdade ao seu paciente, mas ao mesmo tempo precisa animá-lo com a perspectiva de novos remédios e avanços científicos; não pode, diante de uma doença séria, simplesmente lhe dizer "sifu". Está certo, não pode mesmo, mas por que falar desse jeito? A desculpa dada pelo mundo oficial é que Lula, no caso, estava falando na "linguagem do trabalhador". Conversa. O trabalhador de verdade, quase sempre, faz justamente o contrário: fora da sua intimidade, toma muito cuidado com as palavras que emprega, e presta muita atenção para não parecer mal-educado diante de quem as ouve. Lula não disse "sifu" porque queria entrar em comunhão com o povo, mas porque não pensou no que estava falando – só isso e nada mais. Palavras, para o presidente, são coisas baratas, que vêm com o vento e vão embora com ele. Podem até ser apagadas das transcrições oficiais, como aconteceu com a expressão usada nesse episódio, sob a extraordinária justificativa de que ela ficou "inaudível"; um caso de alucinação em que todo mundo ouve exatamente a mesma coisa, salvo o funcionário encarregado de colocar por escrito a fala do chefe." Não considera J. R. Guzzo que o Presidente Lula, mesmo sendo presidente, não deixou de ser uma pessoa simples, que veio do povo, com pouco instrução e que acaba usando as expressões que conhece, há muito mais o que criticar no Governo do que as falas ou "falácias" do presidente. Posso não concordar com muito do que acontece nas entranhas do governo, com muitas declarações do Presidente, mas seria ridículo não ver o sucesso de seu governo. Então, não vamos ficar "agourando" o governo, porque desta forma estaremos "agourando" a nós mesmo, o Brasil não é o Presidente Lula, o Brasil somos todos nós.

terça-feira, 30 de dezembro de 2008

Alô!

_ Alô!
_ Alô...
_ Gostaria de falar com o 2009...
_ Ele deu uma saidinha, gostaria de deixar recado?
_ Quero...
_ Então diz que vou anotar...
_ Olha... fala pra ele que estamos ansiosos por sua chegada e que gostaríamos de fazer algumas encomendas...
_ Pode contiuar...
_ Você sabe me dizer se ele vai trazer muito amor...?
_ Parece que ele tá com uma sacolada aqui...
_ Nossa! Estamos precisando viu... e paz? Paz você sabe se ele vai trazer?
_ Não... paz ele não leva...
_ Por quê?
_ Paz dependa da vontade dos homens, você sabe né, livre arbítrio...
_ Hum!! Sei... Mas então me diz: felicidade e saúde, ele vai trazer, diz pra trazer muita...
_ Isso ele semrpe leva de montão, mas estou anotando aqui pra ele não esquecer...
_ Ah! Obrigado...Olha mas tem algumas coisas que ele não preciasa trazer viu, anote aí...
_ Então diz:
_ Guerra, isso não vium já tem muita por aqui, doenças também não, olha se eu for enumerar essa ligação vai ficar cara...
_ Pode deixar que vou tirar da mala dele essas coisas ruins...
_ Nossa! Nem sei como te agradecer... Desde já muito obrigado viu...
_ De nada, mas me diga, quem é você mesmo?
_ Eu sou o 2008 e não queria ir embora sem me certificar que o 2009 vai fazer melhor que eu... Abraços.

Reflexões de Fim de Ano

POR QUE OLHAR O PASSADO COMO UMA TORTURA?
PORQUE VER A VIDA COMO UMA TORMENTA?
A VIDA É UM CAMPO DE LUZ E NÃO UMA ESTRADA ESCURA
ESTE CAMINHO SÓ É DIFÍCIL PARA QUEM LAMENTA...

ENQUANTO VOCÊ FICA SOB O MANTO DA LAMENTAÇÃO
ENQUANTO ESTAMOS DESCRENTES COM AS DIFICULDADES
ATRASAMOS NOSSA VIDA E NOSSO PROCESSO DE EVOLUÇÃO
DESTA FORMA, TAMBÉM FICAMOS A PARTE DE UMA MUNDO DE FELICIDADES

SOMOS SERES DE LUZ, NASCIDOS PARA AMAR
SOMOS SERES CAPAZES DE TUDO, INLUSIVE DE PERDOAR.
CONSTRUÍMOS NOSSAS RIQUEZAS NOS ALICERCES DO AMOR
ACABAMOS COM NOSSAS FRAQUEZAS E COM A DOR.

SEREMOS FELIZES SE APRENDERMOS A PERDOAR
SEREMOS INFELIZES SE NÃO APRENDERMOS O SENTIDO DO PERDÃO
ESTAMOS EVOLUINDO NA RAZÃO DO QUE APRENDEMOS A AMAR
CRESCEMOS PARA ALCANÇAR A LUZ DENTRO DO NOSSO CORAÇÃO.

terça-feira, 23 de dezembro de 2008

Depoimento

Hoje fiquei pensando, fazendo uma reflexão sobre a minha vida e cheguei a uma conclusão óbvia. Eu amo meus filhos. Não sei pensar a vida sem eles. Minhas alegrias e até minhas tristesas não teriam razão de ser sem eles. É realmente uma dádiva Divina poder compartilhar minha passagem por este mundo com duas criaturas maravilhosas (todos os filhos são marivilhosos para os pais) como eles. Não me canso de dizer a eles "eu te amo", de partilhar a companhia deles e sentir o seu cheiro que para mim, até hoje tem cheiro de neném. Eu só quero ter o prazer de dizer sempre "eu te amo", até que o último suspiro saia de mim. FILHOS, EU AMO VOCÊS.

sábado, 20 de dezembro de 2008

Sentimento

sentimento (in: Dic. Aurélio)
[De sentir + -mento.]
Substantivo masculino.
1.Ato ou efeito de sentir(-se).
2.Capacidade para sentir; sensibilidade:
sentimento artístico.
3.Faculdade de conhecer, perceber, apreciar; percepção, noção, senso:
sentimento do dever, das conveniências;
Tem o sentimento de sua fraqueza.
4.Disposição afetiva em relação a coisas de ordem moral ou intelectual:
sentimento religioso;
sentimento patriótico;
sentimento de admiração.
5.Afeto, afeição, amor:
Grande é o seu sentimento pelo tio.
6.Entusiasmo, emoção; alma:
cantar com sentimento.
7.Pesar, tristeza, desgosto, mágoa.
8.Palpite, pressentimento. ~ V. sentimentos.

Estamos sempre carregados de sentimentos. Dos mais diversos, de todas as formas e, ao contrário de Karl Marx, entendo que o mundo é movido por eles, claro que não podemos esquecer o "capital", mas os sentimentos movem os seres humanos, e nem sempre bons sentimentos, como disse, estamos carregados de todo tipo de sentimento, eles nos constroem e desconstroem a todo momento e permeiam nosso dia-a-dia, invariavelmente estamos (e se não estivéssemos estaríamos mortos) carregados por eles. Benditos sentimentos.

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

Dificuldades de "Ensinagem"

Se a economia vai mal, culpamos os especuladores internacionais; se nossa vida pessoal vai mal culpamos nosso companheiro, afinal temos que responsabilizar alguém; se os políticos não fazem a parte deles, culpamos o governo (quem vota somos nós); enfim, temos sempre que culpar alguém pelos "nossos" problemas, pelas nossas mazelas. No que a educação não é diferente, só que nesse caso culpamos as crianças, as vezes de 7 ou 8 anos, ou um pouco mais. Eles são os nossos "bodes espiatórios", carregam consigo o peso de nossa irresponsabilidade, de nosso descompromisso com a educação e com nossa clientela (os alunos). Como proceder para dirimir uma dúvida que pode pairar sob a cabeça daqueles que devem estar comprometidos com o futuro - não das crianças - mas do país. É necessário uma profunda reflexão acerca de nossa prática pedagógica, são os alunos ou somos nós que estamos desmotivados. A grande verdade é que fica mais fácil culpar os outros pelos nossos fracassos, são as crianças e não nós os responsáveis pelo insucesso da educação, "eles" é que possuem "dificuldades de aprendizagem", não prestam atenção, são desmotivados, indisciplinados, enfim, incapazes de aprender e nós, pessoas perfeitas, acima do bem e do mal, acima da insignificância desses seres descompromissados com o próprio futuro. Meu Deus! Será este o pensamento de nossos educadores (professores). Precisamos construir uma nova realidade nas escolas do país. Nesta nova realidade não cabe a inércia pedagógica que vivemos hoje, pessoas acomodadas vendo o mundo passar e junto a vida que ao invés de esperança nos trás a realidade, na maioria das vezes gélida, pálida e cruel.

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

Carta ao Cristovam (Senador)...

Senhor Senador, V. Excelência como ícone de defesa da educação nesta Casa de Leis é a pessoa indicada para a "defesa" dessa classe – professores – que ainda busca uma identidade profissional neste país. Vejo, isolado aqui em minha bucólica cidade, que só existe um caminho a ser traçado para que esta classe seja respeitada e ganhe o valor e o respeito que merece. Não falo dos grandes educadores como V. Excelência, mas dos “humildes” educadores esquecidos pelo interior do país, pois pessoas notórias como (repetindo) V. Excelência não precisa de defesa, seus atos, suas ações, sua relevância dentro do processo educacional brasileiro, por si só, são suficientes para que não precise de “algo mais” para ser reconhecido. Contudo, a grande maioria (milhões) que fazem um trabalho de grande valor para a construção do Brasil, estão no limbo espacial dos que serão sempre “mais um” na história desse país. Não falo nem de salários, ou de condições necessárias para o exercício do trabalho, pois isso não se discute, ambos carecem de apoio maior dos órgãos governamentais e do Congresso Nacional. O caminho de que falo é o da criação do CFEd - Conselho Federal de Educadores – como uma entidade que representará toda a classe em todo o país, com suas sub-sedes em cada estado. Penso eu, cá em minha ignorância, que uma entidade com o porte desta poderá lutar para que a classe e o processo educacional sejam levados a sério no Brasil. Penso, inclusive, que isso nunca aconteceu porque não há interesse de governos na criação de uma entidade tão representativa de uma classe em que farão parte milhões de trabalhadores. Seria então uma entidade com poder de decisão, com o poder de cobrar, de exigir mediante o interesse de seus associados, além disso, evitaria que “gatos” aparecessem em salas de aula visando apenas uns trocados no final do mês. Chega de “professores”, queremos EDUCADORES nas salas de aula, pois só assim começaremos, de fato, a mudar os rumos da educação nesse país, e, assim, mudar o próprio país.

domingo, 30 de novembro de 2008

Internt II

Apesar de todos os avanços que a tecnologia tem nos trazido ainda vemos pessoas céticas quanto aos benefícios da tecnologia e da internet mais especificamente. Ao culparmos a tecnologia e seus avanços pelo aumento da violência ou qualquer outra coisa, estamos assumindo a nossa culpa pela "inércia" pedagógica e psicológica em que abandonamos nossas crianças, em que entregamos as escolas e deixamos que nossa incapacidade de lidar com a novidade, com a diferença, funcione como obstáculo a inteligência. Claro que o uso da internet, do celular, enfim, das novas tecnologias também pode provocar estragos, mas os avanços propiciados são muito superiores aos estragos que porventura ocorram. (continua)

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

Internet I

O mundo não é mais o mesmo. Se não me cuidar vou ficar velho antes da hora. Meu filho e minha filha poderão me surpreender com palavras, expressões e "jargões" que eu desconheço. Tudo isso porque existe um "universo paralelo" chamado "internet" que traz uma nova interepretação da vida e das relações humanas. Há quem veja nesse universo paralelo um grande mal. Mas também há quem veja um grande bem. A internet é como a televisão, não se manifesta sem que alguém (um ser humano) haja de forma a fazer com que "ela" responda de alguma forma. É impossível hoje pensar a vida sem esta grande teia, sem esta rede que liga mais que pessoas, liga idéias, liga sentimentos e liga universos, pois apesar de estarmos todos em um planeta chamado Terra, vivemos as vezes em universos diferentes. (continua...)

domingo, 16 de novembro de 2008

A avaliação

A avaliação vem se tornando um tema recorrente na educação brasileira com
vistas à melhoria da qualidade dos serviços prestados por escolas e universidades. A
nova LDB deu-lhe grande destaque. Em geral ela não é mais vista como instrumento de
controle burocrático. Mesmo assim, ela encontra resistências e não se constitui numa
prática constante.
Avaliar é um ato que exercemos constantemente no nosso cotidiano. Toda vez
que precisamos tomar alguma decisão avaliamos prós e contras. Quando avaliamos
processos, atos, coisas, pessoas, instituições ou o rendimento de um aluno, estamos
atribuindo valores. Podemos fazê-lo através de um diálogo construtivo ou, ao contrário,transformar a avaliação num momento autoritário e repressivo. Esta ou aquela opção dependerá da nossa concepção educacional e dos objetivos que desejamos atingir.
A avaliação da aprendizagem não pode ser separada de uma necessária
avaliação institucional, mesmo que elas sejam de natureza diferente: enquanto esta diz respeito à instituição, aquela refere-se mais especificamente ao rendimento escolar do aluno. São distintas, mas inseparáveis. O rendimento do aluno depende muito das condições institucionais e do projeto político-pedagógico da escola. Em ambos os casos a avaliação, numa perspectiva dialógica (ROMÃO, 1998), destina-se à emancipação das pessoas e não à sua punição, à inclusão e não à exclusão ou, como diz Cipriano C. Luckesi (1998:180) “à melhoria do ciclo de vida”. Por isso, o ato de avaliar é, por si, “um ato amoroso” (Idem, ibidem).

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

QUANDO EU ACORDAR

O SOL NÃO MAIS BRILHARÁ
AS ESTRELAS NÃO APARECERÃO
O SENTIMENTO SERÁ EM VÃO
E A MORTE HÁ DE CHEGAR

O MUNDO NÃO SERÁ MAIS UM PARAÍSO
A FACE FICARÁ TRISTE
PORQUE O AMOR NÃO MAIS EXISTE
E TRISTE VAI EMBORA O SORRISO

QUANDO EU ACORDAR E NÃO TE VER
SERÁ ESTE MEU SENTIMENTO
SENTIMENTO DE SOFRER

MAS QUANDO VOLTAR (SE VOLTAR)
ACABANDO COM O MEU SOFRIMENTO
eu não vou mais chorar (quando você voltar)

sábado, 8 de novembro de 2008

Fora do ar...

Aproveitei esse tempo fora do ar para fazer algumas reflexões sobre a vida, sobre o Brasil, sobre o mundo e sobre o meu cachorro. Sobre a vida cheguei a conclusão que não adianta termos pressa, apesar da morte certa, as coisas somente acontecem quando elas realmente tem que acontecer, não dá para atropelar os acontecimentos, não dá para fazer o janeiro chegar antes do dezembro. então, o melhor a fazer é viver intensamente cada dia e deixar o tempo passar. Sobre o Brasil penso que ele só existe a partir do momento em que nós o descobrimos, assim como Cabral, nós temos que descobrir o Brasil a cada 22 de abril de todos os anos. Por que isso? porque a cada ano ele é reinventado por nossos políticos aloprados, cujo interesse não sai de suas cozinhas (governo e oposição), não sai do pequeno e fútil jogo de manobras em que bom ou ruim depende do seu lado (político), então, se quisermos fazer política com honestidade, com seriedade, melhor arrumar um modo virtual, com políticos virtuais, porque os de verdade "não existem". Sobre o mundo descobri que ele é realmente pequeno, mínimo. E hoje em dia o financiamento não pago nos EUA faz com que meu computador fique mais caro aqui no Brasil, descobri que meus problemas também estão globalizados, mesmo aqui no "fim do mundo" (eu adoro esse fim de mundo), não saimos ilesos das irresponsabilidades de governos, investidores, empresários irresponsáveis de Wall Street e de falastrões pseudo importantes que apregoam o fim do mundo (econômico). Ou seja, posso dormir bem (financeiramente) e acordar sem dinheiro pro aluguel no outro dia porque alguém do outro lado do mundo não pagou suas contas. Sobre o meu cachorro eu descobri que ele é marrom, mas isso eu vou comentar só com a minha mulher, afinal, quem vai se interessar por isso.